Clube fechado · entrada por convite
Um clube fechado de profissionais de exercício e movimento que atendem criança em desenvolvimento atípico e não abrem mão de como fazem isso.
R$ 19,90 por mês, sem fidelidade.
Uma hora por semana, sempre no mesmo horário.
Quarta-feira, 20h, horário de Brasília.
A sala roda toda semana, sem exceção.
Por que esse clube existe
Nenhum dos três é raro. Todos circulam em perfis de quem se apresenta como referência da área.
Um vídeo de criança chorando no meio da sessão, publicado com legenda de superação.
Um caso comentado com nome e escola no grupo de WhatsApp da clínica.
Um relatório de evolução escrito para agradar a mãe.
Existe outro jeito de trabalhar. A criança participa porque quer, tem escolha real dentro da atividade e pode recusar sem que a recusa vire um obstáculo a ser contornado. O sinal de que o atendimento vai bem é ela chegar bem e sair bem, com o adulto conseguindo explicar por que parou quando parou.
Quem trabalha assim demora mais para mostrar resultado. É mais rápido publicar o vídeo do avanço forçado do que explicar por que a sessão terminou no minuto vinte. O MovimentoClub existe para quem escolheu esse caminho e não quer seguir sendo o único da própria clínica a pensar assim.
O trabalho acontece no chão, no ritmo de quem está aprendendo
O código
Cada grau marca um princípio. Quem assina o código entra na sala.
Protocolo escrito, registro do que aconteceu na sessão, plano que não muda porque o dia foi difícil. O que você faz no improviso funciona uma vez e não dá para repetir com o próximo.
O que você aprendeu na graduação já mudou. Continuar estudando depois de formado é o que mantém você competente daqui a cinco anos, e é o que separa dez anos de experiência de um ano repetido dez vezes.
A criança não escolheu estar ali e nem sempre consegue avisar que quer parar. Isso vale para a sessão e para tudo que sai dela: a imagem que você publica, o caso que você comenta, o resultado que só apareceu porque foi forçado. Se a criança não pode consentir, a resposta é não.
O tempo da criança, a decisão da família e o trabalho de quem atende junto com você. Saber onde termina a sua competência e encaminhar o que não é sua área, em vez de improvisar dentro do consultório.
As regras da sala
Clique em cada regra para ver por que ela existe.
Nem primeiro nome, nem apelido, nem inicial que dê para juntar com o resto da descrição. Caso se descreve por idade, contexto e comportamento. Quem quebra essa regra sai do clube.
Vale mesmo com o rosto borrado. A criança não pode consentir com o uso da própria imagem, e o borrão não devolve essa escolha para ela. Quem quebra essa regra sai do clube.
Discutir conduta é o trabalho da sala. Identificar quem errou desloca a conversa para o julgamento, e afasta justamente quem tem algo real para trazer.
Ninguém sai do encontro e conta em grupo de WhatsApp. Sem essa garantia, a sala vira palco, e as pessoas passam a dizer o que soa bem em vez do que de fato acontece.
Dono de clínica, supervisor e quem se formou ano passado sentam na mesma roda. Quem tem mais tempo puxa quem tem menos, sem transformar a sala em hierarquia.
As regras de 1 a 4 valem também fora do clube. Se você comenta caso identificado no corredor da clínica, o problema está na conduta, e ela vem junto para dentro da sala.
Como funciona
A conversa acontece entre profissionais que se reconhecem no jeito de trabalhar.
Rodada aberta, sem ninguém precisando sustentar a imagem de quem sabe tudo.
De vez em quando, nem sempre da área técnica. Gestão e finanças derrubam atendimento bom tanto quanto técnica ruim.
Quem entra
Quem atende criança em desenvolvimento atípico trabalhando com consentimento, escolha e respeito pelo ritmo de quem está na frente.
Quem reconhece onde termina a própria competência e encaminha o que não lhe compete.
Quem não entra
A sala é pequena porque o critério é apertado.
Graduação sem conduta não vale nada
A assinatura
O valor existe para qualificar quem entra, não para remunerar a hora de ninguém. Uma sala pequena com presença constante vale mais do que uma sala cheia de quem entrou porque não custava nada.
Quero fazer parteA entrada acontece por convite de quem já é membro.
Solicite a entrada pelo WhatsApp e assine a mensalidade.
Acesso ao grupo e ao link da sala da quarta seguinte.
Quem conduz
Atende criança em desenvolvimento atípico em Curitiba desde 2014. Coordena equipe própria, supervisiona outros profissionais e forma turmas de ABA para escolas e clínicas.
Faixa preta de jiu jitsu, onde aprendeu que graduação sem conduta não vale nada. O clube nasceu do que ele mais escuta de quem procura: profissional bom, sozinho, cercado de gente que faz o contrário do que ele acredita. Na sala, ele fala por último.
Perguntas
Não. Precisa atender criança com dificuldade de desenvolvimento e se importar com como isso é feito.
Entra. A sala é de quem trabalha com movimento e exercício.
Não. Supervisão é um trabalho à parte, com contratação própria. O clube é convivência e discussão entre pares.
Precisa querer trabalhar. Muita gente aprendeu de um jeito e está mudando, e a sala serve para isso.
Pode, dentro das regras da sala. Sem nome, sem imagem, sem identificar clínica.
A sala roda toda semana, sempre no mesmo horário. Você entra na seguinte.
A assinatura é mensal e não tem fidelidade.
Por indicação de quem já é membro, ou solicitando a entrada pelo WhatsApp.